A Bonaval quer’eu, mia senhor, ir

Bernardo de Bonaval

A Bonaval quer’eu, mia senhor, ir

e des quand’eu ora de vós partir

os meus olhos, non dormirán.

Ir-m’-ei, pero m’é grave de fazer,

e, des quand’eu ora de vós tolher

 os meus olhos, non dormirán.

Toda vía ben será de provar

de m’ir; mais, des quand’eu de vós quitar

os meus olhos, non dormirán.

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