CONSCIÊNCIA

José Araujo de Souza

Quando as minhas mãos percorrem

as curvas, as retas, as protuberâncias

do seu corpo

nu,

eu não me sinto dominador,

não me sinto senhor,

nem me sinto seu protetor

em nenhum momento.

Nesses instantes,

rápidos ou demorados

eu sei que sou,

apenas,

o mais feliz dos mortais.

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