INFINITO

José Araujo de Souza

Olhando de cima

para baixo

da borda

do buraco

da mina

posso ver

o sem fim

do infinito

nascer

de onde habito.

Olhando de baixo

para cima

para a borda

do buraco

da ruina

onde habito

posso ver

o infinito

 crescer

aflito.

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